É grande com uma mesa e três cadeiras.
A iluminação, verossimilhança da escuridão.
Em uma das cadeiras senta-se o tempo, nunca dorme,
bebe sua bebida rapidamente, em outro assento a solidão, sorve de sua bebida lentamente, não tem hora de partida, última cadeira, lá estou eu, interrogado pelos dois acompanhantes de mesa, a sala tem uma pequena janela, próximo ao teto vejo as estrelas.
Neste recinto minha alma cumpre pena.
Qual o meu crime?
Deixar a segurança do meu mundo, por amor.
Marelli
quinta-feira
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Um comentário:
Deixar a segurança do meu mundo por amor, minha alma cumpre pena...
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